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Região
No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, Clínica Integrada M&M se destaca como referência em atendimento
A fonoaudióloga dra. Giselli Medalha Melegati e da psicóloga dra. Rosemary de Sousa Moraes ressaltam a importância da conscientização e de que há tratamento adequado
No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, hoje, a Clínica Integrada M&M se destaca em Votuporanga pelo trabalho especializado no atendimento de crianças autistas. A atuação da fonoaudióloga dra. Giselli Medalha Melegati e da psicóloga dra. Rosemary de Sousa Moraes, ambas especialistas em Análise do Comportamento Aplicada (ABA), tem sido essencial para proporcionar suporte e desenvolvimento para crianças de Votuporanga e região.
Segundo as profissionais, os pais que buscam a clínica geralmente chegam com dúvidas e inseguranças após o diagnóstico do transtorno do espectro autista em seus filhos. O acolhimento é um diferencial do serviço prestado, e essa abordagem é destacada por elas: “Nós fazemos de tudo para que esses pais se sintam acolhidos, para que eles encontrem no nosso consultório as respostas que estão procurando para entenderem melhor seus filhos”.
A abordagem baseada na ciência ABA é um dos pilares do atendimento, permitindo um tratamento individualizado para cada criança. As profissionais enfatizam a importância de seguir a carga horária prescrita para cada caso. “Entendemos que existem várias questões, mas nós vamos buscando soluções para que as crianças tenham o tratamento da forma mais próxima da prescrita”.
No início do acompanhamento, é aplicado um protocolo avaliativo para verificar se a idade de desenvolvimento da criança corresponde à sua idade cronológica. A partir dessa avaliação, o tratamento é ajustado conforme a recomendação médica. Quando necessário, as especialistas também realizam visitas às escolas para promover a melhor inclusão da criança no ambiente escolar.
Conscientização Sobre o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, Giselli e Rosemary destacam que a conscientização deve ser diária. “Não somente hoje, mas é importante sempre a conscientização sobre o transtorno e mostrarmos para a população que existe uma forma adequada de tratamento e que é possível uma evolução significativa”.
A Clínica Integrada M&M hoje é referência no atendimento de crianças autistas na região, proporcionando um ambiente acolhedor e um tratamento baseado em metodologia cientificamente comprovada, contribuindo para a evolução e qualidade de vida das crianças e suas famílias.
A Clínica Integrada M&M fica na rua Ponta Porã, 3.190, no bairro Sam Remo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (17) 98117 – 3784.
Depoimentos
Um divisor de águas
Bruna Roberta Santana Feitosa, mãe de Benício, de 3 anos.
“Ele chegou aqui há cerca de um ano e meio, assim que a Rose e a Gi vieram para cá. Nós estávamos desesperados por causa do diagnóstico, então começamos os trabalhos com ele. Em um primeiro momento, ele começou com a Rose, e depois com a Gi. A evolução dele é nítida. Desse um ano e meio para cá, Graças a Deus, evoluiu bastante, é difícil até falar. Eu sou muito grata a elas e às outras meninas por tudo que fazem. Ele não apontava, não sabia pular, ele nem balbuciava direito, e hoje já faz tudo isso. No início, elas sentaram com a gente, explicaram como é o tratamento, que é longo, a longo prazo e hoje já conseguimos uma comunicação melhor com ele. A Clínica é um divisor de águas. Onde eu vou, eu falo o nome da Clínica. Hoje, toda a família percebeu o tanto que ele evoluiu. Eu me sinto muito acolhida aqui, é uma família, e a minha gratidão é eterna a todos. Me sinto até emocionada com tudo isso. O diagnóstico não é o fim, é o começo da nossa longa caminhada. Cabe a nós, pais, procurar o melhor caminho para seguir com os nossos filhos, e aqui na Clínica eu encontrei todo esse suporte necessário. Eu e minha família somos muito gratos à equipe por todo esse cuidado e dedicação”.
A minha filha é outra criança
Tatiane Siqueira Amaral, mãe da Laura, de 4 anos.
“O diagnóstico é difícil da gente receber, assimilar e lidar, mas logo eu fui atrás de tratamento. Então, começamos aqui em janeiro de 2024. Ela era extremamente arredia, brava super residente a tudo. Era uma criança que não gostava de usar sapato, roupa de frio, tinha pavor ao toque, não se entrosava com crianças e adultos, Se a gente fosse ao parque, se tinha uma criança do lado, era como se a criança não existisse. Não participava de festas da família em casa, ela ficava escondida no quarto. Com o tempo de tratamento, fomos colhendo os frutos e as meninas sempre me dando respaldo. Hoje a Laura é talvez a criança que mais evoluiu aqui na Clínica. Foi gigantesca a evolução dela. Hoje eu não preciso privar a Laura de nenhum tipo de passeio porque ela não tem mais medo das pessoas. Hoje ela abraça, beija, conversa com outras crianças, interage com todo mundo. Posso levar ela em shopping, aniversário, então temos uma vida como a de todos. É uma outra criança, porque melhorou bastante a socialização dela e a fala, eu ficava com medo e a Giselli sempre me falava, calma a fala é a “cereja do bolo”, e realmente é, no segundo semestre do ano passado ela começou a destravar a linguagem. Ela ainda tem um atraso na fala, mas ela já melhorou muito, hoje ela tem a intenção da fala e conversa de tudo. Hoje o meu sentimento com a Clínica é 100% de gratidão. A minha filha é outra criança. Cada vez que voltamos para a nossa família, todo mundo fica impressionado com a Laura”.
Sem vocês, não saberia o que fazer
Carol Bomfim, mãe de João Lucas, de 14 anos.
“O João era um menino rebelde, nervoso, agressivo, o grau dele era o três de suporte, mas hoje ele está bem, o grau dele é dois de suporte. Ele está mais maleável, faz as atividades certinho, o que não fazia. Ele batia em todo mundo, porém hoje está bem melhor. Hoje o meu sentimento é só de gratidão. Se não fosse vocês, eu não saberia nem o que fazer com o João. Antes, ele não tinha amigos, mas hoje ele tem. É muito gratificante vê-lo associar com as pessoas e brincar com todo mundo”.
Aqui é uma família Ana Paula Pereira Ferro, mãe de Cláudio Neto, de 5 anos.
“Ele era uma criança que não falava nada, não tinha contato visual, uma criança que não aceitava nenhum tipo de toque e era muito difícil lidar com ele. Ele está aqui há cerca de um ano e a melhora é significativa. Hoje ele aceita ir nos lugares e tem contato visual, que está muito bom. Ele não falava nada, nada mesmo, ele só chorava, mas hoje ele gosta de abraço, de beijo. Ele consegue repetir o que a gente fala, já nomeia quando perguntamos os nomes das coisas, cores. Ele não tinha nenhuma coordenação motora, não conseguia pegar no lápis. Hoje ele é outra criança, mudou completamente em tudo. Aqui é muito bom, a gente tem amizade, é uma família e o Cláudio se sente em casa, então tudo tem sido muito importante para ele. Aqui ele se sente amado, acolhido. Eu tenho um excelente retorno com a doutoras; sempre que preciso de algo, mando mensagem e elas respondem. Se for necessário, elas vão na escola, e essa ajuda é muito importante”.
Desde que chegou aqui, ele teve uma grande evolução
Angélica de Brito, mãe de Murilo, de 8 anos.
“Desde que chegou aqui, ele teve uma grande evolução. Aqui ele está se desenvolvendo bastante, está falando, está se comunicando. Ele está na fase de alfabetização, algo que eu nem esperava; no começo, eu apenas queria que ele falasse e se comunicasse, só que vimos que ele está tendo uma evolução muito grande na comunicação. Hoje ele fala praticamente tudo, e nós temos certeza que ele vai desenvolver muito mais. A Gi, muitas vezes, faz algo que até foge do trabalho dela, porque às vezes está acontecendo algo lá fora, e ela ajuda a acalmar ele. Eu acho muito legal essa parte também. O Murilo me surpreende a cada dia, e olhando para ele, sei que vai me surpreender muito mais. O meu sentimento com as meninas aqui é de gratidão, porque aqui é uma família”.
Sou muito grata
Letícia Brito Barbosa, mãe do Ravi, de 4 anos.
“Para nós, foi um grande susto o diagnóstico, então ficamos muito perdidos no começo, mas sempre há uma luz no fim do túnel. O Ravi não conversava, ele tinha hiperfoco em carro, só mamava na mesma mamadeira, ele só apontava, e a gente tinha que adivinhar o que ele queria. Hoje, com um ano de tratamento, mudou muito. Hoje em dia, o Ravi é outra criança. Ele faz as necessidades dele no banheiro, conta de um a dez, solta algumas palavras. Agora ele aprendeu a andar de bicicleta sem a cadeirinha. Eu sou muito grata à fono e à psicóloga. O Ravi evoluiu muito, muito, muito”.
Notícia publicada no site: www.acidadevotuporanga.com.br
Endereço da notícia: www.acidadevotuporanga.com.br/regiao/2025/04/no-dia-mundial-de-conscientizacao-do-autismo-clinica-integrada-mandm-se-destaca-como-referencia-em-atendimento-n83443
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