O FNDE orienta o uso de veículos do transporte escolar durante dez anos; na cidade, alguns estão chegando neste limite
O Setor de Compras do Poder Executivo está em fase de conclusão da licitação (Foto: Reprodução)
Daniel Castro
daniel@acidadevotuporanga.com.br
A Prefeitura de Votuporanga organiza uma grande licitação para a aquisição de cerca de 12 veículos para a Secretaria Municipal de Educação, destinados ao transporte escolar. A intenção é que a compra seja realizada até dezembro.
O jornal A Cidade apurou que o Setor de Compras do Poder Executivo está em fase de conclusão da licitação para a compra dos veículos. Como a aquisição será por meio de processo licitatório, não é possível saber quando o município irá investir.
Em conversa com a reportagem, o prefeito João Dado explicou que a compra é uma grande necessidade do município, já que existe é uma orientação do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) às cidades para que veículos sejam usados na Educação por no máximo dez anos.
A Administração Municipal realizou um levantamento com o setor responsável e observou que alguns veículos atingirão os dez anos de uso em 2018, por isso a troca seria recomendada. Desde que constatou a situação, Dado vem buscando recursos para a compra. Ele, inclusive, esteve em Brasília-DF para buscar auxílio. Quem também ouviu a reivindicação do prefeito e da secretária municipal de Educação, Encarnação Manzano, foi o deputado federal e presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força.
Outro investimento no setor da Educação já comentado pelo prefeito é que creches e escolas municipais de Votuporanga passarão por adequações nas instalações de combate a incêndio. O Poder Executivo está contratando empresa para realização dos serviços. O trabalho de adequação vem sendo estudado há algum tempo. Dado lembrou que é algo bastante importante para as unidades de ensino. A Prefeitura abriu licitação para “contratação de empresa com empreitada global de material, mão de obra e equipamentos, para adequações nas instalações de combate a incêndio de diversas creches e escolas”.
Quatro empresas foram habilitadas para seguir no processo licitatório, enquanto uma foi desabilitada. Ainda conforme o gestor público, a intenção é “colocar tudo o que há de mais moderno em relação ao combate de incêndios”.