Notícias recentes de 2.025 e 2.026 indicam um aumento considerável no número de ataques, envolvendo cães de grande porte no Brasil, especialmente os pitbulls, gerando nova onda de preocupação e debates sobre a legislação em vigor.
Outras raças têm sido uma das grandes preocupações em face dos ataques que sofrem as pessoas que transitam pelas ruas e avenidas de todas cidades brasileiras e, ultimamente, esses cães de raças diversas têm atacado violentamente algumas pessoas, principalmente mulheres idosas e indefesas, além de crianças de uma forma fatal.
Esses animais podem se referir a raças associadas ou a situação onde os cães exibem comportamento ameaçador, o suficiente para que os responsáveis ou tutores adotem algumas medidas, no sentido de que os pedestres tenham mais segurança no dia a dia sobre as necessidades de andar pelas ruas da sua cidade por um motivo ou por outro.
Raças como Fila Brasileiro, Pitbull e Rottweiller são frequentemente citados como potencialmente perigosos devido ao porte físico e instinto de guarda.
É crucial notar que o comportamento agressivo pode ser influenciado por criação, treinamento e socialização, fatores que contribuem para que esses cães se tornem cada vez mais perigosos com possíveis ataques a pessoas que, em momentos inesperados, acabam sendo surpreendidas com a presença repentina desses animais.
Ressalte-se que não existe lei federal específica para cães perigosos, mas a responsabilidade dos donos é definida pelo Código Civil (Lei n°. 10.406/2.002, artigo 936), que estabelece que o tutor do animal deve indenizar o dano que ele causou, a menos que prove culpa da vítima ou por força maior.
É certo que o Código Penal de Leis específicas podem prever penalidades em casos de exposição a perigos ou lesões, tal como o Decreto-Lei 3.668/1.941 (Lei das Contravenções Penais), porém, quando é colocada em prática com todo o rigor em defesa daqueles que, eventualmente, são atacados por esses cães altamente perigosos em ação.
Qualquer cão pode ser perigoso, mas todos os assuntos concordam que existem certas raças que são mais perigosas a morder seres humanos em ataques fatais, sem que os que estão sendo mordidos se libertem desses ataques.
Embora qualquer um desses animais tenha potencial para apresentar comportamentos agressivos, certas raças são extremamente mais perigosas a se envolver em ataques graves devido ao seu tamanho, força e temperamento.
Esses incidentes podem frequentemente ser atribuídos a fatores como treinamento inadequado, falta de socialização e outros aspectos importantes independentes da raça do animal.
Destaca-se, por exemplo, o kangal que detém o título de maior força de mordida entre as raças de cães com cerca de grandes riscos de as pessoas sofrerem certas mordidas. Originalmente, criado na Turquia este poderoso cão de guarda foi desenvolvido para proteger o gado dos criadores.
O American PitBull Terrier é considerado uma das raças mais perigosas, tanto nos Estados Unidos quanto internacionalmente. Além desse aspecto, é muito forte e pode principalmente dominar qualquer um que fique em seu caminho.
Na verdade, as raças Pitbulls mantém conhecidas como American Steffordshil Terrier são temidas pelo público há várias décadas, o que vem confirmar as ações perigosas, dada a sua reputação de imprevisibilidade e sua demonstração de agressividade também foi alvo de reportagens e alegações da mídia.
Enfim, 68% dos Pitbulls são os responsáveis por mordidas fatais do que qualquer outra raça de cachorro, ocasionando sérias consequências.