Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo, antecipa a decisão do seu partido e engrossa a campanha de Flávio Bolsonaro. (Foto: Facebook Ricardo Nunes)
A Padroeira,
O feriado de 12 de outubro, dedicado a Nossa Senhora Aparecida, tem um significado religioso marcante para o Brasil pelo “Dia da Rainha e Padroeira”. Para Votuporanga, o sentimento cristão é ainda maior. Aparecida foi escolhida “Padroeira da Cidade” por imposição do povo, pois consta da história que o bispo diocesano de Rio Preto, à época, já havia determinado outro santo como padroeiro de Votuporanga. Mas isso é uma outra história.
As festividades,
Os tempos mudaram, é verdade. Mas as comemorações do “Dia da Padroeira” em Votuporanga perderam muito de sua grandiosidade. Nada se compara às noites de quermesse em barracas armadas ao lado da igreja central em construção. Nos concursos de “Bonecas Vivas”, cada uma das colônias estrangeiras radicadas em Votuporanga era representada por uma participante. Era uma queda de braços entre as colônias para eleger a sua “boneca”. Ninguém arredava o pé até saber quem havia sido eleita e qual “nação” estava festejando.
Feira da Providência,
A Feira da Providência era uma semana de festa que antecedia o “12 de outubro”. A cada noite, havia o jantar de uma colônia estrangeira. A sede do Assary ficava lotada, e havia muita gente trabalhando. O curioso é que uma colônia prestigiava a outra, tornando aquela uma semana de festa e fraternidade. A Feira da Providência terminava no dia 12, após uma procissão de barcos na represa do Assary e uma missa campal às margens do lago. No jantar, era a “Noite Brasileira”.