O cenário internacional no início de 2.026 é marcado por uma grande escalada de tensões geopolíticas com conflitos externos, gerando uma grande preocupação global devido ao impacto existente, tanto econômico como humanitário. Pesquisas indicam que 92% dos brasileiros temem que esses conflitos internacionais afetem seriamente a economia nacional.
A escalada presente no Oriente Médio, especialmente no início do ano em curso, Israel e Estados Unidos lançaram ataques coordenados contra estratégicos no Irã, aumentando o risco de uma conflagração regional. Saliente-se que a situação envolve intensos bombardeios com relatos da morte do líder iraniano aiatolá Ali Komenie e retaliações contra bases americanas.
Brasil manifestou preocupação com a escalada de conflito no Oriente Médio à medida que vão tomando dimensão os bombardeiros incessantes, ceifando vidas, justamente em função de uma guerra que vem chamando a atenção de alguns países do universo.
Diante da escalada do conflito no Oriente Médio, o governo brasileiro manifestou em comunicado na noite de sábado, dia 28 do mês que se findou “profunda preocupação” e, nessas condições, o Brasil reafirmou que o diálogo e a negociação diplomática constituem o único caminho viável para a superação das divergências e a construção de uma solução duradoura.
Além desse aspecto, reforçou o papel das Nações Unidas na prevenção e na solução dos conflitos, além de ter feito um apelo à interrupção de ações militares ofensivas como parte responsável do direito internacional.
Em resposta a ataques iranianos contra alvos americanos no Oriente Médio, o governo dos Estados Unidos, como era de se esperar alguma atitude americana, houve por bem fechar representações diplomáticas com a redução de quaisquer pronunciamentos.
A morte de Ruhollah Kominei, fundador da República Islâmica no Irã, em 3 de junho de 1.989, foi um momento divisor de águas que gerou consequências profundas na estrutura política iraniana, na transação de poder e na direção ideológica do país.
Apesar do medo de um vácuo de poder, a transação ocorreu rapidamente, sendo que aiatolá Ali Khomenei foi escolhido pelo Conselho de Especialistas como o novo líder supremo, enquanto Ali Akubar Hasmeni Rafisanjani assumiu a presidência.
De acordo com a constituição iraniana, na ausência do líder supremo, um Conselho de Liderança Provisório assume o poder. Este conselho é composto pelo presidente do país, pelo chefe do judiciário e por um jurista membro do conselho dos Guardiões.
É certo que o os conflitos entre Estados Unidos e Irã acendeu um alerta no agronegócio brasileiro. Fertilizantes, fretes marítimos e exportações de milho estão no centro das preocupações, ainda que o cenário, por ora, seja marcado por incerteza, é o que dizem os especialistas e economistas atentos à situação presente.
Como é sabido de todos que estão atentos à mídia, principalmente aos noticiários da televisão, na manhã de sábado, dia 28 do mês passado, Estados Unidos e Israel atacaram o Irá. Os bombardeios coordenados mataram o aiatolá Ali Khomenei, líder supremo do país por quase quatro décadas, mergulhando o Irã em Instabilidade e desencadeando em conflito que pode envolver grande parte do Oriente Médio.
O Oriente Médio concentra 40% das exportações globais de ureia, 28% das de amônia e 29% das de fosfato diamônico, segundo Tomas Pernias, analista de fertilizantes. O Irã, no centro do conflito, responde sozinho por 11% das exportações globais de ureia e 5% das de amônia.
Enfim, este é o cenário em que vivem os países em conflitos.