Grazi Cavenaghi (Foto: Divulgação)
4º episódio da série: As três leis invisíveis que regem a vida e os negócios
Chegamos ao quarto e último episódio da série “As três leis invisíveis que regem a vida e os negócios”. E antes de avançar, uma pergunta: você está fluindo na vida? Está vivendo de verdade? Está cumprindo o seu caminho único, a sua missão singular de ser você mesmo?
É a partir dessa pergunta que chegamos ao ponto central deste episódio: tomar a vida. Viver a partir da postura do adulto.
Adulto é responsável, não tem medo de desagradar e sabe que tudo está em suas mãos.
E tem intenção em tudo que faz. Qual a sua intenção aqui? A intenção traz atenção. Tudo a que damos atenção cresce.
Ao longo das últimas três semanas, percorremos juntos as três leis invisíveis que organizam os relacionamentos e sustentam os resultados:
A Lei do Pertencimento nos ensinou que o que pertence, pertence e não pode ser excluído. Tudo que vivemos, todos que passaram pela nossa história, nos trouxeram até aqui.
A Lei da Ordem nos revelou que quem veio antes é maior e dá; quem veio depois é menor e recebe. Há uma hierarquia na vida, na família e nos negócios que, quando respeitada, abre caminhos.
A Lei do Equilíbrio nos mostrou que nas trocas entre iguais, as relações tendem à harmonia. Dar e receber com consciência é o pulsar saudável de qualquer relacionamento.
Essas três leis descrevem, em essência, o movimento natural de quem vive como adulto. O problema é que a maioria das pessoas não vive assim.
A maioria das pessoas passa a vida na posição de criança. Esperando que alguém se mova primeiro. Aguardando uma solução que chegue sem que ela precise agir. Reclamando do que faltou, olhando para trás, esperando que o outro tome a iniciativa.
“Ninguém veio falar comigo.”
“Quando eu tiver isso, aí eu começo.”
“Se eu tivesse tido essa oportunidade...” Esperando do governo, do líder, do outro.
Essa é a postura da criança. E ela imobiliza.
O adulto faz. O adulto resolve. O adulto não fica olhando para o que faltou, mas pergunta: o que tem de certo nessa situação? O que eu faço para que isso flua? O adulto move, serve, entrega, avança, independente das circunstâncias.
A pergunta é prática: em qual postura você está operando hoje?
Tomar a vida significa honrar a força que vem dos seus pais e da sua ancestralidade.
Lembra da árvore que usamos ao longo dessa série? As raízes são a sua ancestralidade, tudo que veio antes de você. O tronco são seus pais. Os galhos são as diversas áreas da sua vida, e os frutos são o que você realiza.
Dessa ancestralidade, você toma a força do que é certo, das qualidades, do que deu certo. O que é deles e estava te prendendo, você deixa com eles. Aceita a vida como ela é, sem reclamar, sem cobrar.
Do seu pai vem uma semente: tudo que você sonhar, você pode realizar, você tem força e direção. Da sua mãe vem outra outra: tudo que você jogar na terra vai frutificar, você é fértil.
É dessa força combinada que nasce a prosperidade.
Não é metáfora. É princípio. E está confirmado no livro mais lido do mundo. É o único mandamento bíblico com promessa: “Honra teu pai e tua mãe, a fim de que tenhas vida longa sobre a terra que o Senhor, teu Deus, te dá.” (Êxodo 20:12)
Honrar não é concordar com tudo. Não é idealizar. É reconhecer, agradecer e tomar a força que eles representam para seguir em frente. É fazer o que cabe a você fazer, com o que está em mãos, cuidando dos seus.
Quem honra as raízes, floresce.
Quem olha para frente, avança.
Quem assume sua vida como adulto, realiza.
E como nosso foco é progredir, vamos juntos?
Valide essas três leis no seu maior laboratório: a sua própria vida.
Observe quando você está querendo excluir alguém da sua história.
Perceba quando está desrespeitando a ordem.
Note quando está gerando desequilíbrio nas trocas.
E, acima de tudo, reconheça quando está operando como criança, esperando que o mundo se mova por você.
Você tem uma missão única: ser você, servindo na sua casa, no seu núcleo familiar e no seu trabalho. Isso é tomar a vida. É olhar para a frente, cuidar dos seus e avançar com consciência. Isso é viver.
Seguimos juntos, respeitando as leis, assumindo nossa postura de adulto, porque queremos um eu melhor, as pessoas à nossa volta melhores, um mundo melhor.
Vamos juntos?
Porque juntos somos +