Na avenida Professor Endrigo Ricardo Figueiredo Ianhas, o canteiro bem cuidado e florido chama a atenção de passantes e de moradores da cidade
O canteiro tem vários bancos, mesinhas, árvores frutíferas e estátuas, todas bem cuidadas Foto: A Cidade
Da redação
Um canteiro central de Votuporanga está chamando a atenção tanto de pessoas que passam pelo local, quanto outras que veem pelas redes sociais. Na avenida Endrigo Ricardo Figueiredo Ianhas, no bairro Jardim Vilar III, o canteiro central está cheio de flores, árvores e gramado bem cuidados, além de itens de lazer e descanso.
Quem realiza a maioria dos cuidados e reparos é o caseiro Marcelo Ferreira, de 45 anos. Ele conta que trabalha no local há mais de 15 anos, e cuida do canteiro desde antes das casas serem construídas. Mas quando um dos moradores do local viu o cuidado e a atenção que o caseiro tinha, ele ofereceu de pagar para plantar árvores e plantas em frente à sua casa.
Depois disso o movimento foi aumentando e agora Marcelo cuida do canteiro todo com a ajuda financeira dos vizinhos. Ele poda e mantém uma vez ao mês, mas sempre que vê algo de errado, já vai arrumar. Os bancos, mesas e adereços todos foram pagos pelos moradores do quarteirão.
“Foi um esforço voluntário meu. Partiu de mim cuidar do canteiro, mas com a ajuda dos vizinhos, comprando as coisas, plantas, colocando os banquinhos, eu acabo fazendo esse serviço que, para mim, é muito gratificante. Eu gosto muito de fazer”, comenta.
O local conta com algumas árvores frutíferas, três conjuntos de bancos, sendo dois com mesas de centro e um coberto, conjuntos de mesas, árvores que florescem e ficam coloridas, estátuas de Nossa Senhora, do Cristo Redentor e de animais, além de outras coisas.
O caseiro fala também de sua relação com esse tipo de trabalho. “A gente faz o máximo que podemos. É uma paixão, porque se não gostar você não faz. Não é pelo dinheiro, eu faço porque eu quero. Antes dos vizinhos morarem aqui eu já fazia. Quando não tinha casa nenhuma, eu já cuidava. Esses coqueiros foram eu e o menino aqui que plantamos”, conta.