Para o presidente da Câmara, Daniel David, construir hospital é fácil; duro é a manutenção. A Santa Casa dá prejuízo de R$ 2 milhões. (Foto: Assessoria)
Saúde pública
A questão da saúde pública em Votuporanga foi o “prato do dia” na última sessão da Câmara, realizada na noite de segunda-feira, dia 18. E quem puxou o assunto foi o vereador Cabo Renato Abdala (PRD). Ele levou para a sessão um depoimento de um paciente diabético que passou por atendimento médico seguidas vezes com o mesmo sintoma.
Pior
E o que rolou no discurso de Abdala foi a questão da superlotação nas unidades de atendimento, paciente que chegou a dormir no carro, casos de falta de médicos e o encaminhamento para a Santa Casa. Não faltaram críticas à gestão da saúde pública em Votuporanga e, no final, sobrou até para o governo do Estado pelo atraso no repasse da verba do SUS.
Incoerência
Sobre o atraso no repasse do SUS, o presidente Daniel David (MDB), que milita profissionalmente no grupo da Santa Casa, apontou que o hospital tem uma dívida de cerca de R$ 2 milhões por mês e paga juros desse dinheiro. A revelação desse déficit levantou a questão do novo hospital materno-infantil, que está projetado e será construído anexo à Santa Casa. Imagine quanto vai custar a manutenção daquele novo hospital?
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