São apenas 400 metros de estrada de terra ligam o Conjunto Thui Seba ao resto da cidade Foto: Cidade
Da redação
A estrada de terra que leva ao recém inaugurado Conjunto Thui Seba continua gerando reclamações de moradores. São apenas 400 metros, porém o local está cheio de problemas, seja durante a seca, seja durante a chuva.
Os munícipes que se mudaram para o local são obrigados a passar pela estrada sempre que forem sair do bairro, gerando desconforto e descontentamento. O vereador Marcão Braz (PP) protocolou uma indicação dando voz a tais reclamações. De acordo com ele, “a ausência de pavimentação tem causado diversos transtornos à população. Durante os períodos de estiagem, a intensa poeira gerada pelo tráfego constante compromete a qualidade de vida dos moradores, invade residências e estabelecimentos próximos, além de causar desconforto e possíveis problemas respiratórios. Já nos períodos chuvosos, a formação de lama e irregularidades na pista dificulta a circulação de veículos, motocicletas, ciclistas e pedestres, aumentando os riscos de acidentes e prejudicando a mobilidade urbana.”
Porém, tal trecho está na jurisdição do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), o que impede a ação da Prefeitura. Por esse motivo, a indicação em questão requisita que o Executivo local interceda junto à agência para realizar o asfaltamento do local.
Moradores tem sofrido
Durante uma reportagem feita pelo jornal A Cidade no residencial Thui Seba na metade deste mês, uma das maiores reclamações ouvidas foi o estado da estrada. Para o ato da inauguração, havia sido feito um nivelamento no local, que deixou a via em um nível aceitável, mesmo que ainda fosse terra. Porém, choveu antes da visita da reportagem ao local, deixando-a completamente esburacada.
Projeto de viaduto
No começo de junho, Marcão Braz e seu colega de Câmara Sargento Moreno (PL), protocolaram uma indicação à Prefeitura pedindo que fossem realizados estudos técnicos visando a viabilidade de construção de um viaduto sobre a linha férrea. Como a responsabilidade da linha é do Dnit e da Rumo Logística, tais estudos seriam encaminhados visando a formalização de parcerias e futuras tratativas para viabilização da obra.