A entrevista vem após veículos de imprensa nacionais divulgarem que o candidato teria que pagar R$ 50 mil após perder o processo
O empresário Dalbert Mega (PP), candidato a deputado federal, realizou uma coletiva de imprensa na tarde de ontem Foto: A Cidade
Da redação
O candidato a deputado federal Dalbert Mega (PP) realizou uma coletiva de imprensa, na tarde desta terça-feira (15), para tratar de um processo movido pelo cantor Gabriel Pensador contra ele. A entrevista vem após veículos de imprensa nacionais divulgarem que o candidato teria que pagar R$ 50 mil após perder o processo.
No caso, o cantor entrou com o processo porque Mega utilizou a letra de sua música “Até Quando” em uma propaganda de sua campanha a prefeito de Votuporanga no ano de 2024. O processo é por danos morais e materiais, com Gabriel alegando que a associação de sua imagem e de sua obra ao candidato geraram “imediatos e divergentes efeitos perante os seus fãs e o mercado.”
Durante a entrevista com a imprensa, o candidato a deputado federal reforçou que é fã do cantor, mas criticou as informações divulgadas pela mídia, afirmando que “isso aqui é uma fake news que esses portais colocaram aqui. Porque se fosse verdade, já não teria mais recursos, já não caberia mais recurso. E nós já entramos com recurso.”
A tese principal de Mega é que a imprensa noticiou o fato de maneira errada. Segundo ele, como as manchetes deixaram a entender que todo o processo já está decidido, quando não é esse o caso, configura como uma “fake news”. “Eles publicaram que o Gabriel o Pensador receberá do empresário aqui de Votuporanga R$ 50 mil que a Justiça decidiu. Basicamente eles colocaram isso”, afirmou.
Ele também informou que sua equipe procurou os veículos aos quais ele afirma terem publicado notícia falsa para conseguir um direito de resposta. “A gente tá pedindo direito de resposta para todos os portais que colocaram, na minha opinião, uma fake news, né? Então nós vamos entrar em contato com eles, não com ação por enquanto. Vamos entrar em contato com eles pedindo o direito de resposta”, argumentou.