O crime foi descoberto no dia 15 de janeiro, mas até o momento não surgiram respostas sobre a crueldade cometida
O crime foi descoberto no dia 15 de janeiro, mas até o momento não surgiram respostas sobre a crueldade cometida Foto: Arquivo pessoal
Já se passaram mais de dois meses que a cachorrinha July foi encontrada morta no bairro São Lucas, em Votuporanga. Um crime que chocou a cidade pela crueldade e pelo estado do pet quando foi encontrado.
Ireno Miranda Santos, tutor da cachorra, comentou a situação com a reportagem do jornal
A Cidade. “Eu acho que falha, né? Porque se tivesse interesse, eu tenho certeza que descobria sim. Tem aquela câmera lá dos apartamentos. Mas é deixar quieto. Os olhas de Deus não são cegos”, afirma.
O crime foi descoberto no dia 15 de janeiro. O Secretário Municipal do Bem-Estar Animal, Chandelly Protetor, foi chamado para comparecer ao Bairro São Lucas para averiguar uma denúncia com requintes de crueldade contra uma cachorra.
Quando chegou ao local, o tutor, revoltado e pedindo justiça, mostrou onde o corpo da cachorrinha estava e o secretário constatou uma cena de extrema violência. Mutilação: uma das patas do animal foi decepada; tortura: a cadela apresentava sinais de escalpelamento na cabeça; crueldade: todas as glândulas mamárias foram arrancadas.
Devido à situação extrema, o corpo do animal foi encaminhado para a Clínica Veterinária Municipal MEU PET. Um laudo técnico foi emitido pelo médico veterinário responsável para detalhar a causa exata da morte e a extensão dos ferimentos.
Chandelly compareceu ao Plantão da Polícia Seccional de Votuporanga, na Rua Tocantins, em frente à Praça São Bento e registrou um Boletim de Ocorrência para que o caso seja investigado e que o autor deste crime seja identificado.