No Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a psicóloga Giliane Antunes Francisco reforça a importância de práticas atualizadas e individualizadas para promover desenvolvimento, autonomia e respeito às singularidades
Psicóloga e especialista em Psicopedagogia, Educação Especial e Inclusiva e também em ABA, Giliane Antunes Francisco. Crédito: A Cidade
No dia 2 de abril, o mundo se ilumina de azul para falar sobre o autismo. Mas é preciso ir além das cores, das campanhas e das palavras bonitas. Conscientizar é, antes de tudo, provocar mudança e isso começa com uma pergunta incômoda: estamos realmente preparados para incluir?
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é uma limitação a ser corrigida, mas uma forma diferente de perceber, sentir e interagir com o mundo. Ainda assim, diariamente, pessoas autistas são colocadas diante de um modelo social que exige adaptação constante, ignorando suas necessidades, seus tempos e suas singularidades.
A ciência, por outro lado, avança. E avança rápido
Nos últimos anos, estudos, tecnologias e intervenções baseadas em evidências têm transformado a forma de compreender e intervir no autismo. Hoje, já se sabe que o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e a qualidade de vida das pessoas autistas estão diretamente ligados à qualidade das intervenções oferecidas e, principalmente, à individualização dessas práticas.
É nesse cenário que se destaca o papel do profissional comprometido com a atualização constante. A psicóloga Giliane Antunes Francisco, especialista em intervenção baseada na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), reforça que atuar com autismo exige mais do que formação: exige movimento contínuo. “Não existe prática de qualidade sem atualização. A cada dia surgem novas pesquisas, novas evidências, novas formas de intervir com mais eficácia e respeito. Por isso, participo constantemente de congressos e capacitações. Meu compromisso é oferecer o que há de mais atual e cientificamente validado para cada paciente”, afirma.
Esse compromisso não é apenas técnico: é ético
Segundo a profissional, cada criança atendida carrega uma história única, que exige um olhar individualizado e estratégias específicas. “Não trabalhamos com fórmulas prontas. Trabalhamos com pessoas. E isso exige estudo constante, sensibilidade e responsabilidade”, completa.
Mas há um ponto que ainda precisa ser dito com clareza: a inclusão não pode ser responsabilidade exclusiva do indivíduo autista.
Escolas, profissionais da saúde, convênios, instituições públicas e privadas, todos precisam rever suas práticas. Não se trata de fazer concessões, mas de promover acessibilidade real.
A lógica precisa ser invertida
Não são os autistas que devem se moldar a um sistema rígido. É o sistema que precisa se adaptar para acolher a diversidade humana. Enquanto essa mudança não acontecer de forma efetiva, continuaremos falando de inclusão sem, de fato, praticá-la.
Mais do que conscientizar, o 2 de abril é um chamado à ação. É um convite para que a sociedade abandone padrões limitantes e passe a construir espaços verdadeiramente inclusivos, onde cada indivíduo tenha a oportunidade de se desenvolver com dignidade, respeito e suporte adequado.
A Clínica de Psicologia ABA, sob responsabilidade da psicóloga Giliane Antunes Francisco, atua com esse propósito: transformar conhecimento científico em prática clínica de qualidade, promovendo desenvolvimento, autonomia e qualidade de vida para crianças e adolescentes.
Porque inclusão de verdade não se declara: se constrói.
Gilliane Antunes Francisco
Psicóloga – CRP 06/68384
Especialista em Psicopedagogia, Educação Especial e Inclusiva e também em ABA.
Formada em 2002 pela UNIP (Universidade Paulista de São José do Rio Preto) e desde então adquire experiência, tanto na área clínica quanto na escolar.
Atendimento clínico no endereço: rua São Paulo, 2.459, no bairro Marão.
Agendamento pelo WhatsApp (17) 99772 – 1894.