Todos esses elementos carregam histórias, lembranças, valores e
sentimentos que se perpetuam na memória da população
Hino começa olhando para a paisagem que deu origem à cidade, passa pelo presente de um município moderno e termina valorizando aquilo que permanece: o amor das pessoas por Votuporanga Foto: Prefeitura de Votuporanga
Da Redação
O futuro já faz parte do presente, mas há elementos que permanecem vivos na memória coletiva e ajudam a contar a história de Votuporanga. São símbolos que resistem ao tempo, atravessam gerações e mantêm aceso o orgulho de ser votuporanguense.
Mais do que representações oficiais, o hino municipal, a bandeira e o brasão de armas traduzem a identidade construída desde os primeiros anos da cidade. Da mesma forma, os nomes dos pioneiros eternizados em escolas, praças, avenidas e prédios públicos preservam a memória daqueles que ajudaram a transformar um sonho em realidade.
Todos esses elementos foram instituídos por leis municipais e permanecem como referências oficiais do município. Seu verdadeiro valor vai muito além dos documentos oficiais. Eles carregam histórias, lembranças, valores e sentimentos que se perpetuam na memória da população.
Em cada cerimônia em que o hino é entoado, em cada bandeira hasteada, em cada brasão estampado nos prédios públicos ou no nome de uma escola que homenageia um pioneiro, Votuporanga reafirma suas raízes. São marcas que unem passado, presente e futuro, lembrando que uma cidade não é feita apenas de ruas, edifícios e obras, mas também daquilo que escolhe preservar como parte de sua identidade.
Assim, enquanto a cidade avança rumo ao centenário, seus símbolos seguem como um elo entre gerações. São eles que preservam a essência de Votuporanga e reforçam o sentimento de pertencimento, inspirando os moradores a valorizar o passado, viver o presente e construir, com orgulho, o futuro.
Quando a cidade canta a própria história
O Hino de Votuporanga mantém viva a identidade do município. Entoado em solenidades e celebrações, ele une passado, presente e futuro em uma única voz.
Foi instituído pela Lei Municipal nº 1405, em 12 de fevereiro de 1974, na administração do prefeito Luiz Garcia De Haro. A letra e música foram compostos pelo subtenente da Polícia Militar, Manoel Ribeiro de Lima Irmão, com arranjo, regência e produção executiva de Antônio Carlos Neves Campos, com gravação e mixagem de Clayton Antonelli.