Áre da rua Ranieri Mazzili é coberta por árvores, em frente a galpão comercial e tem pouca iluminação pública
A reportagem do jornal A Cidade esteve no local e conversou om moradores para tentar entender o que aconteceu com a vítima e a situação no local. Foto: A Cidade
Da redação
Uma mulher de 32 anos foi estuprada na rua Ranieri Mazzili, no bairro Chácara Aviação, zona Oeste de Votuporanga, na madrugada de sexta-feira (13) para sábado (14). A Polícia Civil está investigando o caso, e o suspeito foi preso por volta da meia noite de sábado (14). Moradores reclamam de falta de iluminação na via.
A reportagem do jornal
A Cidade esteve no local e conversou om moradores para tentar entender o que aconteceu com a vítima e a situação no local. De acordo com informações fornecidas pelos vizinhos da região, o local sofre com a falta de iluminação já faz alguns anos.
As árvores já foram podadas há alguns anos, mas elas sempre voltam a cobrir a rua e impedir a iluminação dos postes, que também têm seus problemas. A reportagem constatou que há dois postes em cerca de 80 metros de rua, e via é coberta.
Uma aposentada que mora na região aponta que o local é frequentemente utilizado por usuários de drogas, principalmente maconha, e, às vezes, pessoas que querem praticar atos libidinosos em seus carros. “Outro dia, meu marido saiu daqui cedo pra viajar de caminhão. Tinha um carro estacionado em frente de casa, ele foi lá ver o que era e tinha casal nu lá dentro do carro. Eles pousaram ali, entendeu? Então, é isso que a gente vê: droga, é sexo, e não é a primeira vez”, contou a aposentada.
Ela ainda comentou sobre o estupro que aconteceu em frente a sua moradia, explicando que a vítima foi abordada, sendo então levada pelo suspeito até a calçada abaixo das árvores e abusada lá mesmo. Ela inda explica que “do lado de lá (da rua), na minha câmera você não consegue enxergar de tão escuro que é”.
De acordo com moradores, policiais militares que conversaram com eles sugeriram a colocação de luzes fortes em suas casas apontando para as áreas escuras. No entanto, na visão dos munícipes, a responsabilidade é das autoridades.