Prof. Manuel Ruiz Filho - Mestre em Contabilidade Avançada (17) 99705-6717 (Foto: Divulgação)
Um pai trabalhador e um filho estudante, dentro do carro, a caminho da escola. Um diálogo importantíssimo eles tiveram. Para iniciar, disse o filho: - Pai, já que roubaram o som do nosso carro, podemos papear um pouco? Claro filho, respondeu o genitor. O que é inclusão social pai? Bom filho, é que muitas pessoas têm muito e outras nada têm. A inclusão social consiste em dar direitos iguais a todos. Em seguida o filho responde: Ah sim! É um bom exemplo um grupo pertencente a uma determinada linha esquerdista? Jamais meu filho, respondeu o pai. O menino pergunta: Pai, o que eu devo ser quando crescer? Bom, primeiro, escolha uma profissão que você goste. Depois, estude muito, mas muito mesmo, e depois trabalhe muito mais, dia e noite se preciso for, porque só assim você será alguém na vida. No caminho, atrasados para a escola, o pai para sobre a faixa de pedestres e é multado, além de ser maltratado pelo policial. Pai, o que houve, pergunta o filho. Fomos multados, filho. Mas por quê pai? Porque estávamos bloqueando a passagem de pedestres, filho. Um pouco adiante o trânsito para. O grupo ‘esquerdista’ a que o pai se referiu está passando. Pai, por quê eles estão bloqueando nosso caminho? Essa é uma das marcas desse tipo de indivíduos, filho. Ah sim! E aqueles policiais estão multando eles, né? Não filho, estão escoltando eles. Ué, mas nós estávamos bloqueando a passagem e fomos multados e maltratados e eles estão bloqueando tudo e são escoltados? Silêncio do Pai. Silêncio do filho. – Apontando o dedo indicador o filho pergunta: E o que é aquilo ali? O pai respondeu: - É o refeitório deles. Filho comenta: Ah sei, lá eles gastam aqueles vales-refeições igual ao seu, que ganha da empresa na qual trabalha. Não, filho, o governo paga a alimentação para eles. Ué, comenta o filho, e por que não paga para você também? Silenciou o pai. Indaga o filho: - E aquela ambulância lá, o que faz? Ah, já sei, é por causa do plano de saúde que eles pagam, né? Como você paga para poder ter assistência médica, não é? Não filho, eles não pagam plano de saúde. Responde o filho: - Ué, não entendi. Explica o pai: - É o governo que está pagando essas ambulâncias que você está vendo. E por que você paga plano de saúde então? Silênciou o pai novamente. Pergunta o filho: Por que a maioria deles está com rádio? Porque o governo doou milhares de radinhos para eles se comunicarem, responde o pai. Em seguida, perplexo o filho comenta: Poxa, a gente sem som no carro, e você fala que precisa trabalhar para comprar outro! Vamos pedir para o governo, então. Eles não nos dariam, filho. Ah, já sei. Você reclama que paga 40% de tudo que ganha para o governo, mas, com certeza, eles pagam muito mais, não é? Eles têm todas essas regalias? Pai: - Não, filho, eles não pagam nada. Filho: Como assim? Pai: (pensativo, em silêncio). Filho: - Pai, quero parar para falar com eles. Pai: - Não adianta filho, eles só falam através de assessor de imprensa. Filho: - Que legal! Vamos contratar um assessor de imprensa para nós, pai? Pai: - Filho, isso é muito caro, eu precisaria trabalhar o triplo do que trabalho, para poder pagar um assessor de imprensa. Filho: - Mas eles nem trabalham e têm? Pai: - Mas, é o governo que paga, filho. E o filho pergunta: - Pai, não foram eles que invadiram um prédio público e fizeram a maior bagunça? Pai: - Foram eles sim, filho. Filho: - E o que aconteceu com eles? Pai: - Nada, filho. Filho: - E por que eu fiquei de castigo e levei uma baita bronca porque quebrei a lâmpada do poste jogando bola? Pai: - Porque você tem que cuidar e respeitar o patrimônio público, filho. Filho: - E eles não precisam? Pai: (silêncio). Filho: - Pai, vamos com eles? Pai: - Claro que não, filho. Você precisa estudar e eu preciso trabalhar. – Filho comenta - O que? Pode parar. Eu vou com eles! Aprendi que os excluidos somos nós! Quero minha inclusão já! (Desce do carro e se junta à passeata). Pai: (silêncio). Faça um exercício de reflexão e imagine-se tendo que explicar essas coisas para seu filho. Você não se sente enganado, roubado e humilhado por estes políticos corruptos que nos governam? Você já parou para pensar que nós trabalhamos cerca de 4 meses por ano só para pagar impostos?
Recado meu nesta semana: O ladrão comum te rouba dinheiro, carro, celular e relógio. O político te rouba a felicidade, saúde, educação, segurança, transporte e emprego. Você é escolhido pelo primeiro ladrão, mas você é que elege o segundo. As pessoas mais importantes não são aquelas que têm a cabeça cheia de conhecimento. São aquelas que têm o coração cheio de amor, as orelhas prontas para escutar e as mãos prontas para ajudar.