A desigualdade social no mundo é simplesmente gigantesca com 10% mais ricos, detendo mais da metade da renda e grande parte da riqueza global, enquanto 50% mais pobres ficam com uma fatia minúscula, perpetuando ciclos de pobreza e falta de acesso a serviços básicos, saúde e educação a exemplo de países como a África do Sul, Namíbia e Brasil no topo dos mais desiguais.
Entende-se como desigualdade social a diferença existente entre as classes sociais, acrescentando a este fato que, ao longo dos tempos, os sistemas econômicos e políticos das cidades foram criando mecanismos de distinção entre as pessoas de todo o mundo.
Os dados sobre a desigualdade social no mundo demonstram a existência de um verdadeiro abismo entre a minoria mais rica e a maioria mais pobre na acepção da palavra, sendo que os países mais pobres, exceção aos Estados Unidos, que não são campeões em desigualdade diante da potência mundial, mas possuem altos índices, levando-se em consideração o PIB (Produto Interno Bruto), são campeões nos rankings da desigualdade social.
A disparidade na distribuição de renda é um desafio histórico no desenvolvimento de diversas nações, especialmente aquelas classificadas como de médio e baixo desenvolvimento. Países da África, América do Sul e Central, em especial, têm enfrentado de forma mais acentuada este desafio, conforme apontam dados do índice nesse campo, um coeficiente que mede a concentração de renda.
A desigualdade social é oriunda de pessoas relacionadas na sociedade. Ela condiciona, limita ou prejudica o status, além da classe social de uma pessoa ou um grupo e, consequentemente, interfere em requisitos primários para a qualidade de vida.
Esses aspectos abrangem liberdade de expressão, de escolha, satisfação no trabalho e acesso a direitos básicos como voto, saúde, educação, habitação e saneamento básico, são pontos fundamentais com direito àqueles que sofrem na vida cotidiana sem os recursos mínimos para uma sobrevivência digna.
Há de se ressaltar o fato de que por esse motivo os grupos mais vulneráveis são pessoas de baixa renda, menor nível de educação e integrantes de minorias historicamente negligenciados, que são os casos de racismo e que compreende negros, mulheres de uma maneira frágil, índios, ciganos e imigrantes dentro desse contexto de alta expressão.
A desigualdade social está crescendo para mais de 70% da população global, um percentual significativo, aumentando o risco de divisões, mas a tendência pode ser combatida, afirma um estudo realizado e divulgado pela ONU (Organização das Nações Unidas) nesta última terça-feira, dia 13 do corrente, o que não deixa de ser um ponto positivo para redução dos desiguais.
Torna-se importante nesta oportunidade fazer alusão às maiores desigualdades no Brasil, onde consiste no crescimento do desemprego, embora nesses últimos meses o índice tenha caído consideravelmente, figuram a violência e os números de pobreza, gerados pela falta de oportunidades de acesso à educação, saúde e cultura.
A falta de recursos destinados a vários setores de extrema importância faz com que o problema da desigualdade aumente e tome dimensão de uma forma desproporcional, prejudicando a massa trabalhadora, independentemente de ideologias ou modelos econômicos, os governos devem ter um planejamento para garantir o que é de direito da população diante dos efeitos da lei como medida prioritária.
Em se tratando de escala mundial, o país com maior desigualdade é tido como a África do Sul, a exemplo de outras nações dentro desse contexto mundial.